Sábado, Novembro 01, 2008
_editorial
Êta Semana!
da editoria
Já é sexta? As coisas andam, como sempre, corridas por aqui. E essa semana teve de tudo: estréia (bem popular) da coluna Giro na Cena, a finalização da Web Rádio MIC Especial Triêro (que peço um desconto quando forem ouvirem, é a primeira vez que as repórteres Dríade Aguiar e Lígia Torres dirigem um programa de rádio, levantamento de material para o especial banda s, com o The Melt.
Isso sem contar que parte da redação também está mobilizada na produção do livro que o Cubo está envolvido. Para saber um pouco mais sobre isso, clique aqui. E teve novidade chegando nessa quinta também: a cobertura da Reunião do Fórum Permanente de Cultura, com TV, Rádio, Foto e Texto e todo esse material será publicado em breve.
Tem mais coisa... O MIC ainda está em processo de balanço do ano, atualizando sua agenda anual diariamente. E (provavelmente) domingo rola uma reunião para começarmos a debater o plano de cobertura do Festival Consciência Hip Hop, que tá cada vez mais perto.
E hoje mais tarde a gente vai descer pra VG, na cobertura do Sábado em Fúria (leia mais abaixo), um evento da Pull Off.
Acho que é isso por essa semana. Inté. (:
_pull off
Amanha é dia de fúria!
Por Dríade Aguiar
Volume Comunicação
Para ver essa imagem inteira, clique aqui
Mais um evento da Pull Off se aproxima. Hoje, à partir das 22:00, no Espaço Fúria em VG rola o 'Sábado In Fúria'. Na programação só tem banda massa: Snorks, a da casa N3CR, Inimitáveis e os recém chegados caras do The Melt. A entrada é só três pila, então vai pra lá gurizão.
E por falar em The Melt, domingo é dia de especial com eles. Estamos montando uma entrevista, levantando um histórico e juntando umas fotos legais pra que vocês conheçam um pouco mais dessa banda hellcityana.
_sarau
E o sarau Praticutucá?
Por Lígia Torres
Volume Comunicação
Ontem rolou o no MISC o Sarau Praticutuca, evento foi produzido por Rejane de Musis (que é regente do coral). Mas a produção contou também com pais dascrianças que participam do coro e pelos Jovens Arteiros,o mesmo coletivo infantil que participou na comunicação do show do Triêro.
A decoração do local, o atendimento e o delicioso caldo de batata que foi servido durante as apresentações ficou por conta das mães de algumas crianças. Outro parceiro do Coral é Ebinho Cardoso que é um dos músicos mais conceituados em Cuiabá, e participou da apresentação como acompanhante musical, e como solo.
O grupo infantil Praticutucá, não é só um coral, é quase como uma comunidade, entre as crianças do coro, os seus pais e a regente. Os pequenos não aprendem só as músicas e como cantá-las, é passado à elas todo o contexto do que é música, e nesse caso particular lhes foi ensinado o que foi a Tropicália, já que no show, foram cantadas somente músicas de Gilberto Gil.
Além das músicas apresentadas pelo coral, as crianças fizeram solos entre eles um elaborado solo de “Se Eu Quiser Falar Com Deus”, e recitaram poesias, algumas delas autorais
_mic
MIC traz cobertura do Fórum Permanente de Cultura realizado no dia 30
Por Marielle Ramires
Cubo Comunicação
Aconteceu ontem mais uma reunião do Fórum Mato-Grossense de Cultura, que definiu nesta sexta, o local, data e critérios de cadastramento dos agentes culturais que participarão do pleito para a escolha dos cinqüenta e quatro delegados de Cuiabá, que juntos aos de outros municípios mato-grossenses, decidirão nos próximos meses quem serão os novos conselheiros de cultura do estado. Os agentes do MIC não perderam a oportunidade estiveram lá, em campo, acompanhando os temas em debate e levantando os principais fatos que marcaram a noite desta quinta, dia 30, no auditório da Assembléia Legislativa de MT. Para conferir tudo que rolou só o blog temporário do MIC.
___Expediente
Fotos Dríade Aguiar
Editora Dríade Aguiar
MSN dríade@live.at
Sugestão de pauta?
imprensa.volume
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Quinta-feira, Outubro 30, 2008
_giro pela cena
Mais Análises
da editoria
Já que o movimento ta grande, e a velocidade das respostas ta alta, vamos a mais um Giro Pela Cena.
Pelo visto o nosso texto já fez efeito, e o blog de Atas da OCT, que estava jogado às moscas a mais de dois meses, renasceu com toda a força. Parabéns aos meninos que precisam ser acordados no tranco, mas vamos lá a algumas considerações sobre o texto postado como relatório dos trabalhos desenvolvidos:
1- Em uma rápida olhada percebemos o que eles entendem como atividade:
a) A “mudança” de Pleyades para Tiasques – Essa é hilária, agora mudar o nome de uma banda virou um “ACONTECIMENTO”. Só na OCT mesmo.
b) Nova formação do Pé-Rachado e os Porra Lokas – ÓÓÓÓ, outro grande acontecimento OCTISICO. Uma banda mudou a formação, rs.
c) A inclusão da OCT no Fórum Permanente de Cultura – Mais do que obrigação, não existe mérito nenhum nisso. Burrice era ficar de fora reclamando do mundo, como faziam antes.
d) Matérias na Revista Rolling Stones – Que matéria foi essa? Há, lembramos, os membros da OCT eram alguns dos que não quiseram se identificar lá na matéria sobre os festivais. Tá certo. Hahahahaha!
e) Show do Desaster em Cuiabá – Tão pegando carona nos eventos do Art Underground? Gozando com pica dos outros? Ah, que feio.
f) Início da segunda fase do Documentário sobre o Rock Cuiabano – O Documentario não é imparcial? As meninas não estão produzindo sozinhas? Ou agora a OCT está assumindo a paternidade do projeto? Estranho. E tome carona de novo.
g) Branco ou Tinto concorrendo à categoria de banda revelação no Prémio Dinamyte- Essa banda não vive dizendo que não ta atrelada a nenhum coletivo? A própria divulgação do prêmio não foi em cima disso? Primeira banda de MT a receber uma indicação sem pertencer a coletivos? Tome carona de novo.
h) Presente de Grego 2 – Opa, aí sim, parabéns, fizeram algo de útil.
Análises:
- 90% das ações da OCT foram trocar nome de banda, mudar formação de banda, atualizar um blog com mais da metade do conteúdo copiado, e pegar carona. Bacana o relatório, melhor forma de conhecê-los.
- Eles alegam que produziram direta ou indiretamente os seguintes eventos: Amostra Grátis, Cena Morta, Show do Desaster, Independência Rock e o “Presente de Grego 2”. Aí falam que entraram com força de trabalho em vários e realizaram um. Incrível isso. Quando nós é que falamos de força de trabalho eles alegam escravidão, exploração e etc. A força de trabalho deles é parceria, e a nossa é abdução! Quanta contradição! Mas o Sr. Bruno (vocalista da Tiasques) talvez possa responder ao Hell City uma coisa: Quanto a OCT recebeu por essa força de trabalho? Quanto cada evento desses que a tal cooperativa ajuda pagou pras bandas que se apresentaram? E o discurso da mão-de-obra remunerada? E o discurso do cachê? Seria legal explicar. Já que todas as bandas que de lá saíram, nos disseram que NUNCA receberam absolutamente nada para trabalhar. Elas investiram força de trabalho na OCT. A Volume já tem trabalhado dessa forma há muito tempo. Pessoas que investem força de trabalho por que acreditam no que está sendo feito. Qual a novidade nisso? Qual o fato novo que a OCT traz para a cena?
- Em outro momento o mesmo Bruno a que nos referimos ali atrás, fala que a OCT não faz mais eventos por que não é produtora, mas ao mesmo tempo diz que falta lugar para as bandas tocarem. Como assim? Estão esperando as oportunidades caírem do céu? Estão debatendo permanentemente o quê? E nos responda: Quem quer deixar as coisas como estão? Nós é que não somos! Não é a toa que já fizemos 10 vezes mais eventos que a OCT durante o ano, ou qualquer outro grupo ligado à cena rock aqui. Se tem alguém querendo deixar as coisas como estão são os membros da OCT, que ficam “permanentemente debatendo” e acham que mudar nome de banda é pauta pra relatório de atividades. Quem faz 30 eventos no ano, coloca várias bandas para circular, co-produz os principais festivais da cidade, abre espaços em outras cidades, traz o poder público para investir na cena, não pode estar querendo deixar a coisa como está. Muito diferente dessa galera que fala, fala, fala, e só fala.
- Em outro momento o Bruno diz ainda que entraram no Fórum Permanente de Cultura para ajudar a derrubar a aristocracia da cultura em Cuiabá. rs. Essa é a mais engraçada. Robertão, por exemplo, está a 15 anos lutando contra essa tal “aristocracia”, e só agora resolveu entrar no fórum? Bruno tem mais de 5 anos que tem banda e só agora resolveu entrar no Fórum? Que coincidência, não é? E mais interessante, entram em parceria com o Paulo Traven, que até 6 meses atrás era funcionário da Prefeitura de Cuiabá, e participava nos últimos 6 anos ativamente dessa tal “aristocracia” a que eles se referem. ‘My God!’, Quanta contradição.
- Estão ao lado do Mandala, que até 6 meses atrás tinha funcionários da prefeitura coordenando, e que recentemente teve um de seus coordenadores participando de curadorias para a habilitação de propostas para trabalho na Secretaria Estadual, e que habilitou todos os músicos do Mandala Soul (só checar o Fórum Permanente Virtual). E esta mesma produtora, que trabalha na Secretaria Estadual, conseguiu emplacar 4 artistas próximos a ela na Semana da Cultura em novembro: Das 6 atrações musicais, 4 são: Mandala Soul, Branco ou tinto(que tem o vocalista dividindo casa com integrantes do Mandala), Samuel Smith (que era ou é ainda agenciado pela produtora do Mandala) e Cachorro Doido (Que era ou é agenciado pela produtora do Mandala) . E é contra panelinhas que vocês lutam? rsrsrs.
- Agora o discurso está mudando. Antes não queriam verba pública de jeito nenhum. Agora o estatuto já prevê que verba pública pode, só não dá pra depender dela. Menos mal Bruno, tá deixando de ser tão míope. Sem verba pública a cadeia produtiva da cultura no país estaria muito distante da estrutura que tem hoje.
- Aí, eles vêm e falam das matérias que saíram na Rolling Stone e na Dynamite. Da primeira, falam que a RS relata críticas de integrantes de bandas sobre remuneração e ‘broderagem’, mas não falam em nenhum momento sobre o restante da matéria, que diz que a ABRAFIN está indo de vento em popa, tem trazido dezenas de benefícios para a classe, tem 32 festivais associados, e etc... Deturpar os fatos e reproduzir matérias pela metade é a pratica da OCT.
*Leia aqui a Matéria na íntegra
- Depois disso, pegam o blog do Finatti, e reproduzem como verdade absoluta, como se só existisse esse blog na cena, ao invés de pesquisarem os outros 300 que existem. Antes de falarem tanta besteira, deveriam ir ao GOOGLE (conhece?) e digitar, Espaço Cubo, ABRAFIN, Circuito Fora do Eixo e já que são tão honestos e decentes, compararem mais opiniões antes de reproduzirem uma única e exclusiva. Mais uma mostra do que realmente é a OCT!
- E demorou também pra terem parceiros nacionais mesmo, e tentarem organizar um circuito baseado nos métodos OCTISTICOS (quais são eles, mesmo?). Montem o Circuito Chororô Fora do Eixo. rs. Trabalhem com todos aqueles que se sentem excluídos dos mais de 20 estados do Circuito Fora do Eixo e dos 32 festivais da ABRAFIN. Tá na hora das bandas da OCT circularem. Bruno já tem banda a quase 6 anos e nem em VG tocou. Ta difícil! rs. O Robertão é diferente, já foi até no programa do Ronnie Von em São Paulo. Esse sabe tudo!
- Falam do apoio do Espaço Cubo e da Volume ao Wilson Santos, como se isso fosse uma aberração, como se não fosse normal pessoas ou entidades manifestarem apoio a algum candidato. E ainda bem que era o Wilson, que fez um excelente trabalho pela Cultura de Cuiabá. Ainda bem que não apoiamos os antigos prefeitos, inclusive um deles é pai do Robertão... Nunca antes um prefeito tinha apoiado tanto o rock local, nunca antes tínhamos tantas bandas se apresentando em espaços públicos. Hoje temos o Mandala ocupando espaço público, Art Underground fazendo shows em espaços públicos, bandas rodando o país com apoio do poder público... Só existem contras nessa historia? Não existem prós? Se nenhum outro prefeito havia investido na cena rock e hoje temos um grande investimento, é ruim? É essa a analise da OCT? Ou na verdade isso tudo é uma grande birra com o Espaço Cubo, e por isso, tudo que o Wilson fez pela cultura alternativa se torna uma merda? Já pararam pra pensar dessa forma? Comparem os investimentos no rock vindos do governo França com os que temos no governo Wilson Santos. É muita hipocrisia.
- E pra finalizar, que bom que a OCT renasceu, sempre que precisarem de um choque de realidade, nos avisem. Estamos aqui pra isso!
Até o fórum!
E segunda feira, apresentamos o relatório de atividades da Volume, pra compararmos os métodos. Mas sem pegar carona com ninguém e nem colocar que mudança de nome de banda e de integrantes é uma das nossas atividades. :)
___Expediente
Editora Dríade Aguiar
MSN dríade@live.at
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Quarta-feira, Outubro 29, 2008
_bandas
Notícias do Anhangá
Por Dríade Aguiar
Volume Comunicação
O Anhangá tem se demonstrado uma das bandas mais bem articuladas na cena em quesito de comunicação, tanto que eles até contribuem com o conteúdo do Hell City. Periodicamente recebemos e-mail do Anhangá Imprensa, contando novidades da banda. Dessa vez, recebemos um falando sobre o 7º Riff Rock Fest que está marcado para 06/12, no MISC. Além da banda, na programação ainda tem Contingente Imigrante, Skarros, Impossíveis e o donjo da festa, Lopes. Já deixa marcado na sua agenda aí.
audivisual
Documentário Rock Cuiabano 2008
Por Dríade Aguiar
Volume Comunicação
Mais um documentário chegando. Depois da apresentação Sociedade Alternativa, outro documentário está em fase de produção, o Rock Cuiabano 2008. Esse com um objetivo muito maior que levar aos leigos um pouco da cena underground, a meta é aumentar o conteúdo dentro dos debates do meio artístico e fornecer material para futuras pesquisas, entre tanto outros alvos.
Esse documentário está em sua segunda fase, que é levantar o historio das mais de quinhentas bandas cadastradas. Para acompanhar o andamento é só visitar o blog ou então adicionar o perfil moderador no orkut.
_deu no blog do cubo
Bongs no Sol
Por Dríade Aguiar | Volume Comunicação
O Festival DoSol esse ano tomou proporções muito maiores, saindo do simples apoio da Lei Municipal para empresa privadas que se importam com o movimento underground. Sua programação tá rolando tem um tempinho já e os shows rolam dia sábado (01/11) e domingo (02/10). Nessa programação (que começa bem cedo, o primeiro show tá marcado pra sábado 16:30) tem coisas como Forgotten Boys (SP) , MQN (GO), Calistoga (RN) e as norte-americanas The Donnas. Mas além desses shows tem mais coisa entrando agora: o trio hellcityano Macaco Bong acaba de ser ‘ajojado’ na programação.
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balanço 2008
MIC realiza balanço 2008
Dríade Aguiar | Volume Comunicação
Está todo mundo se organizando e o MIC - Mídias Integradas Cuiabanas, não fica pra trás. À uma semana começou o seu processo de balanço de 2008, fazendo uma agenda com todos os eventos que realizou cobertura desde fevereiro deste ano, até agora trinta e oito foram contados, entre festivais e shows. Agora o processo é um pouco mais meticuloso e lento: hora de fazer o check list dos segmentos de comunicação aplicados nesses eventos. Mais tarde, tudo isso está disponível no MICtec, blog que cuidará dos controles do MIC.
___Expediente
Editora Dríade Aguiar
MSN driade@live.at
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_coluna
Giro Pela Cena
Da editoria
A partir de agora, o Hell City trará em sua página uma coluna com pequenas análises sobre a conjuntura do cenário local da música. Giro Pela Cena. Pra começar, faremos uma reflexão sobre a 'cooperativa' Operação Cavalo de Tróia e alguns casos que vêm surgindo ao seu redor. Vamos lá.
Já faz um bom tempo que o blog da OCT – Operação Cavalo de Tróia, não fala do Partenza, uma das bandas da cooperativa, uma atitude estranha em se tratando de OCT, já que a banda era figurinha carimbada do blog, quase todo dia tinha um post do Partenza lá: Partenza grava não sei que, Partenza toca não sei onde, integrante do Partenza soltou um pum ontem, qualquer coisa era motivo do blog colocar noticia do Partenza. E alguns devem se perguntar, essa Partenza é tão boa assim que merecia tanto crédito? E a resposta é não, muito pelo contrário, na verdade um dos integrantes da banda é um dos redatores do blog, e privilegiava descaradamente todo e qualquer assunto referente ao grupo, em mais uma clara demonstração do corporativismo ‘OCTISTICO’. Só sei que por algum motivo as matérias diminuíram sensivelmente. Será que pediram mais uma vez pro Robertão sair de uma banda? Será que pela vigésima vez em 10 anos resolveram sacá-lo de um projeto? Ou será que perceberam a cara de pau e pediram pro Roberto parar de ser tão corporativista? O Hell City foi à rua buscar essa informação, e segundo alguns integrantes da própria cooperativa, que pediram para não se identificar, Roberto é persona non grata dentro da OCT, e acabou se tornando persona non grata na própria banda, coisa que ele é PHD. Foi assim em todos os outros projetos que tentou desenvolver. E acaba de se tornar ex-Partenza também. Excelente decisão da banda, o Hell City os parabeniza. Mesmo sabendo que depois desse post, Roberto vai ligar chorando para os outros integrantes, pedindo alucinadamente para voltar, oferecendo cubos importados, guitarras extraterrestres e etc, só pra ter o gostinho de tentar nos desmentir. Desiste Roberto, nem ontem, nem hoje, nem amanhã. Você nunca será :)
No giro pela cena demos uma olhada também na lista de links das bandas da OCT, e percebemos algumas coisas bem interessantes, entre elas: 1- Várias bandas já saíram da tal cooperativa independente, entre elas Zortin, Raiva em Paz e Vitrolas Polifônicas. 2- High school virou projeto de de vez em quando, já que o Bruno Coringa mudou pra Goiânia 3- Lynhas de Montagem tem de carreira o que o Bruno Kayapy (guitarrista do Macaco Bong) tem de idade, e nunca saiu do lugar 4- Mechanic Vision toca uma vez na vida e outra na morte, e estes dois shows já rolaram, tanto o da vida quanto o da morte. 5- Pleyades ta lá ainda sendo que esse nome nem existe mais, só o repertorio que é o mesmo, influência nítida do Lynhas de montagem. 6- E as outras bandas que lá estão nem da cooperativa são. Ou seja, é essa a renovação que a OCT tanto prega? Bandas que acabaram + Bandas com mesmo repertório há 15 anos + Bandas que não tocam nunca? É isso aí minha gente, invistam na OCT, esta é a solução para os problemas da cena cuiabana. rs.
___Expediente
Mikhail Favalessa
MSN mikhail_favalessa@hotmail.com
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Terça-feira, Outubro 28, 2008
_editorial
Hell City passando por algumas mudanças…
da editoria
Pois é gente, mudanças estão chegando. Mas não se assuste, vamos aos poucos, que é pra não pegar ninguém despreparado.
Uma das mudanças é justamente essa. A volta das notas editoriais. Semanalmente – provavelmente as sextas – vamos fazer um resumo do que aconteceu aqui durante a semana na redação do Cubo, no MIC e nas outras comissões que eu puder dar uma olhada.
Estrearemos também uma nova coluna, chamada "Giro Pela Cena" escrito pela editoria do blog (Mikhail Favalessa, Alfa Canhetti, Giulia Medeiros e Dríade Aguiar), que de tempos em tempos vai contar à quantas anda a cena independente em Hell City, além de nosso coletivos afiliados.
Outra mudança é que nos domingos vamos lançar um material diferente: esse dia está reservado para especiais das bandas. Essa mudança já meio que aconteceu, já que ontem o material que foi ao ar foi só a cobertura do show de lançamento do Triêro.
Estamos mudando um pouco a cara de outro segmento da comunicação, a Web Rádio Hell City. Isso cês vão poder conferir à partir de semana que vem, que é quando estamos programando lançar o novo programa. Mas essa semana já tem outro lançamento na frente: A Web Rádio MIC, especial Triêro.
E pra terminar, estamos voltando com o sisteminha de newsletter. Todo domingo você vai receber no seu e-mail um apanhado das notas mais importantes da semana. Esse domingo algumas pessoas já receberam, se você quer ser um deles, é só mandar um e-mail para imprensa.volume@gmail.com
É isso aê.
_pós-produção
O show ainda não acabou
Por Dríade Aguiar
Volume Comunicação
O show foi sábado, mas produção...
Pelo menos não pra nós. MIC entra agora em um ritmo frenético para finalizar a pós-produção do evento, juntamente com o balanço 2008.
Por esse tempo também estamos recolhendo material para começar a edição de uma reportagem experimental, sugerida por Talyta Singer da Agência Laboratório, núcleo de comunicação do Movimento Panamby, coletivo integrado ao MIC.
Todo esse material será futuramente disponibilizado no MICtec , blog que será criado para servir de banco de dados do MIC.
_outros blogs
Blog Magro
Por Lígia Torres
Volume Comunicação
O Dj Lucas Gorduraz, lançou semana passada um blog, onde ele falará sobre a cena da música eletrônica em Cuiabá. Em seu primeiro post, ele nos falou sobre sua ida ao Club Lothus na festa em Dj Mau Mau de São Paulo comandou as pickups. Lucas Gorduraz é um dos integrantes Da Quntiks Dj’s.
Para conferir seus posts basta clicar aqui.
_ articulação
Ebinho entra pra equipe de revista nacional
Por Marielle Ramires
Cubo Comunicação
Que ele é um dos baixista mais autênticos da música brasileira, isso não há dúvidas. A novidade agora é que o talentoso Ebinho Cardoso agora é colunista da Revista Baixo Brasil, publicação bimestral, com circulação nacional, direcionada aos amantes do contrabaixo e demais leitorado interessado no setor. Acontece que o baixista lançou neste mês de agosto a sua primeira coluna com o título "Prograpango harmonia", que traz explanações gerais sobre o que o público poderá encontrar no espaço. Os interessados em adquirir a revista, procurá-la nas bancas mais próximas, e leva-la pelo valor de R$ 5,00. Ebinho cardoso é baixista, compositor e arranjador. É autor do livro "Harmonia aplicada ao baixo elétrico" e do DVD aula "Técnicas alternativas para baixo elétrico", temas que sem dúvida, serão trabalhadas na coluna, conforme ele mesmo já anunciou.
___Expediente
Editora Dríade Aguiar
MSN dríade@live.at
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Domingo, Outubro 26, 2008
_cobertura
Noite popular
Por Dríade Aguiar
Volume Comunicação
O título dessa cobertura é bem curto, mas fiquei horas tentando encontrar o certo, o que exprimiria tudo o que foi a noite, mas não achei nenhum equivalente. Vou falar um pouco sobre ela e quem sabe vocês me entendam.
O show começou uma hora atrasado. Normal, isso sempre acontece, mas geralmente o público se irrita com a demora. Não com os fãs do Triêro (que merecem um parágrafo à parte). Pareciam ter previsto até, já que a maioria chegou meia hora depois da hora marcada. Onze e quatro da noite, quando um dos integrantes do Cia. Volta Seca apareceu na ponta do palco do andar de cima do Clube Feminino, com as mãos cruzadas pra cima, segurando duas tochas de fogo, ao som da calma percussão, com um público inicial de cem pessoas, o show finalmente começou.
E o show tem uma pegada totalmente diferente do que estamos acostumados em nossas barulhentas noites (leia-se madrugadas) do rock. Pra ter uma idéia, é só trocar toda aquela roda punk e os headbangers por uma harmoniosa ciranda onde praticamente todo o público participa.
Esse CD – notem que ele foi lançado aqui e não em Goiás, estado natal dos caras –, assim como o primeiro da carreira deles, é temático. “Ópera de uma Vida Seca” é relacionado mesmo com o livro: conta a história de uma família que sai do sertão e vai até São Paulo, vê a vida lá e volta para o nordeste por saudades. Isso pode ser notado nos nomes das músicas “Meninos do Mangue” e “Coração de Jagunço”. Todo o palco estava decorado com figuras que lembravam a seca, fora os desenhos feitos por Kleuber Garcês, o quinto homem da banda.
Após duas horas de show, uma atípica coletiva de imprensa foi feita no andar de baixo. Num clima bem amigável e popular, próprio da banda, nos sentamos no chão e os fiéis fãs fizeram perguntas – algumas delas constam na entrevista feita pelo MIC com o Anthony, vocalista do grupo, que vai ao ar na Web Rádio MIC, especial Triêro, ainda essa semana – sobre a banda, a Cia.Volta Seca com suas intervenções no show e sobre o futuro da banda.
Vinte minutos depois, começava o show do grupo de reggae Raízera. Os covers e as autorais foram apresentadas para um público menor – aqui fica clara a que o público veio pra ver o Triêro mesmo -, mas igualmente conectado. Foi quando eu vi como não é só no circuito hippie que a banda se faz presente, já que do meu lado tinha uma tia de salto alto e batinha do tipo secretária pulando o ritmo da bateria marcada do reggae, enquanto uma fashionista descia as escadas.
E juntando tudo, essa foi, como eu disse, a noite popular do show de lançamento do segundo CD do Triêro.
___Expediente
Editora Dríade Aguiar
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_tour
Macaco Bong pelo Nordeste
Por Ney Hugo
Cubo Comunicação e Macaco Bong
Estamos há praticamente a um mês fora de Hell City, de onde saímos ainda em setembro rumo a Rio Branco, no Festival Varadouro, chegando com uma semana de antecedência e se envolvendo na produção do festival. De lá, a banda se deslocou para o Canadá, onde participamos do Pop Montreal Festival. A volta para o Brasil se deu no Festival Contato, em São Carlos, também em diálogo direto com a produção do festival.
E no momento o Macaco se encontra em Recife, agregado ao Coletivo Lumo, uma iniciativa que surgiu há pouco tempo na cidade e já vem fortalecendo a produção independente daqui, já pensando em economia solidária (Lumoedas) e gestão associativa.
O Lumo, inclusive, já entrou em link direto com a Cubo Discos, participando da gestão da tour do Macaco pelo Nordeste, que teve início com a chegada em Recife e a ida a João Pessoa, durante a realização do Festival Mundo. Antes do Festival Mundo, participamos da programação do curso de produção fonográfica da AESO – Barros de Melo, onde se conheceram vários integrantes do Coletivo Lumo, que conta ainda com Gabriel Caetano, que realizou trabalhos com A Volume e o Espaço Cubo durante uma estada em Cuiabá.
Reunião AESO
Abaixo, alguns veículos que postaram cobertura do festival:
+ POPUP:
http://www.popup.mus.br/2008/10/23/festival-mundo-2008-segundo-dia/
http://www.popup.mus.br/2008/10/22/festival-mundo-2008-primeiro-dia/
+ LADO NORTE:
http://www.ladonorte.net/site/content/view/578/1
Melhor ainda do que apenas se apresentar no Festival no dia seguinte participamos de uma reunião com os organizadores do Festival Mundo, na perspectiva de trocar experiências, como o trabalho com sistema de créditos, a organização de coletivos de bandas, como é o caso da Volume em Cuiabá, sobre a cobertura dos eventos, maneiras de viabilização do surgimento e regularidade das bandas, entre outros.
Em seguida, voltamos a Recife para a segunda edição do Quintal do Lumo, onde tocamos com A Comuna (banda integrante do Lumo) e a Calistoga, potiguares que trabalham em parceria com Foca e o Dosol. Duas bandas de muita qualidade, que certamente não demorarão muito pra cair em circulação circuito afora.
O Portal Fora do Eixo publicou a opinião do Coletivo Lumo a respeito de todo o processo do surgimento do coletivo, a ida ao Festival Mundo, a organização de eventos em Recife, falando especialmente dessa segunda edição do Quintal do Lumo.
Link: http://www.foradoeixo.org.br/noticia.php?id=564
Reuniões de produção vem acontecendo diariamente no Coletivo Lumo. Através delas, surgiram mais duas oportunidades de produção envolvendo o coletivo pernambucano em conexão com outras localidades do Nordeste. Uma delas é o show na Casa da Moeda, na rua, um show aberto, que ainda aproveita o público que está saindo do Música Recife e vai em direção ao local. O evento acontece hoje a noite.
No sábado, a ação se estende para outro estado, o Rio Grande do Norte, onde pela primeira vez nos apresentaremos no Dosol Rock Bar, numa parceria com o produtor local Foca.
Ainda rolou uma "apresentação surpresa", em Recife, que se deu no Microfonia, o concurso de bandas promovido pelas Faculdades Integradas Barros Melo (AESO), e que dá uma vaga no Abril Pro Rock. Como estávamos todos presentes no local, rolou uma articulação para que houvesse um show do banda. Tocamos enquanto apurava-se o resultado das bandas finalistas. Para mais informações sobre o Microfonia, acesse a matéria publicada no Portal Fora do Eixo.
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ESTEREOCLIPE
Uma outra ação que resultou em conteúdo interessante foi a gravação no programa Stereoclipe, cujas locações ficam na residência de Krika, baterista da Amp, que esse ano se apresentou no Bananada(GO) e no Calango(MT). Com a estrutura necessária, o estúdio grava programas que vão ao ar na Tv Estação, um canal aberto para todo o Pernambuco. O apresentador é ninguém menos que Canibal, já conhecido na cena independente por anos de trabalhos com a Devotos, inserção social através da música em comunidades do Pernambuco e também pelos célebres dotes futebolísticos no rockgol, da MTV.
Além de som, o programa é feito também com entrevistas com as bandas. Foi um dos programas de tv mais interessantes que já gravamos. O Canibal havia estudado o release do Macaco, já conhecia o trabalho e inclusive se interessou bastante, perguntando no ar sobre o processo de auto gestão, os trabalhos com o cenário cultural cuiabano, o funcionamento do sistema de créditos (os cards) no Circuito Fora do Eixo, as ações sendo realizadas com o Coletivo Lumo... Logo mais o programa aparece pelo you tube, e aí divulgamos.
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Ainda ontem fizemos uma reunião com a equipe que formará o setor de comunicação do Lumo, já com o comprometimento de atualizações diárias no blog do Coletivo. Por ora, rola conferir a conquista da banda “A Comuna”, que se tornou finalista do Microfonia (um concurso de bandas). Acesse o bllog do Lumo (www.lumocoletivo.blogspot.com) e também o Portal Fora do Eixo (www.foradoeixo.org.br).
Nota rápida: sobre o ampli “quebrado” no Festival Mundo.
Em sua cobertura do Festival Mundo (João Pessoa-PB), o jornalista Bruno Nogueira foi infeliz na tentativa de relatar um acontecimento que se deu logo após o show do Macaco Bong. No texto Bruno dizia que havia ficado “decepcionado” com a banda porque um amplificador de guitarra “estourou quando inventaram de esfregar a guitarra nele”. E ainda, que “tive que ver os caras saírem do palco com cara de quem não queria saber, falando de forma bem ríspida para a produção do evento que ‘festival é assim, isso é normal’. Para uma turma que faz tanta questão em falar de cadeia produtiva, deviam saber que ferraram o dono do som, deram prejuízo ao festival e prejudicaram as bandas do dia seguinte. E não, isso não é normal”.
Esclarecendo, o que aconteceu na verdade foi que as cordas da guitarra causaram pequenos arranhões que não acarretaram em defeito nenhum ao equipamento, muito menos tendo “estourado”. O proprietário do equipamento de som fez um escarcéu, cobrando que pagássemos 1700 reais por outro amplificador. Soma-se a isso o fato do ampli em questão não valer sequer 1000 reais. Ou seja, malandragem na alta, por parte do proprietário do equipamento, que em meio ao caos criado, chegou a confundir até a produção do festival, que depois entendeu a situação com um mínimo de diálogo.
Diálogo esse que não existiu com o jornalista Bruno Nogueira, que decidiu relatar um fato sem o ter apurado devidamente. Durante o Microfonia, onde acompanhávamos o Coletivo Lumo e a banda A Comuna, encontramos com Bruno (um dos jurados do Microfonia), e esclarecemos a situação. No dia seguinte, o jornalista publicou a errata em seu blog:
Conversei com o pessoal da banda e eles explicaram o acontecido. Segundo Bruno Kayapy, o que aconteceu é que o amp sofreu um arranhão e o responsável pelo som do festival exigiu um novo. A banda até topou oferecer um novo, mas apenas em troca do que teria sido “danificado”. E ele acabou não aceitando e deixando a história para lá.
“Errata” muito mais resumida que a informação (equivocada) soltada anteriormente sem apuração. Não custava nada um email. É macacobong@gmail.com , e respondemos com todo o prazer.
___Expediente
Editora Alfa Canhetti
MSN alfa.canhetti@hotmail.com
Sugestão de Pauta
imprensa.volume@gmail.com
:::posted by Hell City Blogger at 1:34 AM
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